Feb
25
2006
My Bloody Valentine – to here knows when (loveless)
The Very Hush Hush – love, like love (mourir c’est facile)
His Name Is Alive – lemon ocean (mouth by mouth)
Hanne Hukkelberg – ease (little things)
Broadcast – bit 35 (tender buttons)
Jenny Wilson – let my shoes lead me forward (love and youth)
Kiss Me Deadly – dance 1 (amoureux cosmiques) [EP]
Hotel Lights – a.m. slow golden hit (hotel lights)
The Twin Atlas – current below (sun township)
linhas cruzadas [#2] … de Francisco Mateus
Andrea Parker – the four sections (reich remixed)
Junior Boys – last exit (last exit)
Clue to Kalo – empty save the oxygen (come here when you sleepwalk)
Feb
18
2006
Mint Royale – the effect on me (see you in the morning)
Mint Royale – world (see you in the morning)
Speech – braided hair (the vagabond)
Jack Adaptor – no logos (jack adaptor)
Audio Bullys – get myself on track (generation)
Munk – in the creamfields (aperitivo)
The Russian Futurists – it’s actually going to happen (let’s get ready to crumble)
The Kingsbury Manx – courtyard waltz (let you down)
The Boy Bathing – the beaches meet the sea [single]
Duncan Sheik – white limousine (white limousine)
Salim Nourallah – no guarantee (beautiful noise)
Skyphone – modern home [demo]
To Rococo Rot – sol (hotel morgen)
Metamatics – byeway [clan] (from death to passwords)
Feb
17
2006
“white limousine” é um pretexto para uma nota. um disco que pouco me diz no imediato, mas que representa o caminho que bandas e artistas raramente querem (ou podem) seguir. um “luxo”, um Duncan Sheik a fazer a música que gosta, para ele e para os fãs, a renegar o lucro das opções mais fáceis.
“white limousine” é o 5º álbum de Duncan Sheik, uma carreira feita de grandes (mas discretos) momentos, o que neste disco, aparentemente, não se traduz em continuidade.
da audição não resultou qualquer desgosto ou nostalgia por músicas passadas, mas a sensação de que não estou preparado para o ouvir.
tenho de lhe dar espaço. o que é uma força, coisa rara.
nota:
“white limousine” pode ser considerado um disco lento, e até “escuro”. Duncan Sheik não quis decepcionar os fans, e por isso deu-lhes a oportunidade de fazer um disco à sua medida. uma edição especial deste álbum faz-se acompanhar por um dvd-rom com um software que permite remisturar as faixas, convertendo-as em novos achados electrónicos.
Feb
11
2006
Grand National – talk amongst yourselves (kicking the national habit)
Moving Units – anyone (dangerous dreams)
Lori – 1001 (hallelujah)
Metric – monster hospital (live it out)
Gravenhurst – velvet cell (fires in distant buildings)
Clearlake – no kind of life (amber)
Arcade Fire – no cars go (arcade fire) [EP]
Eagle*Seagull – photograph (eagle*seagull)
matt pond PA – from debris (several arrows later)
Nada Surf – in the mirror (the weight is a gift)
Manchester Orchestra – alice and interiors (you brainstorm, i brainstorm, but brilliance needs a good editor) [EP]
Oliver Paine – the party of our lives [single]
Jason Mraz – clockwatching (mr. a-z)
Electric President – label my mind, blow (you have the right to remain awesome) [EP]
Feb
04
2006
os Mint Royale são um duo inglês, que se reuniu pela primeira vez no final dos anos 90 sob a designação “the Mint Gun Club”. nesta fase editaram apenas um single, mas a notoriedade ganha pelas remisturas de temas alheios lançaram o duo para outros voos.
uma imposição legal obrigou o duo a mudar o nome para Mint Royale. já com 3 discos editados, são uma descoberta recente do “lado B”.
sem ser “brilhante” ou “original”, “see you in the morning” (2005) é um tónico. porque é um disco que brilha no escuro; um reflexo que mexe com a imaginação.